Frequentemente, quando falamos sobre isolamento ou tratamento acústico, pensamos em soluções para problemas relacionados ao cotidiano dos seres humanos. Mas, na realidade, o principal fator que causa estes incômodos e que nós, da área da acústica, trabalhamos para combater é a poluição sonora e ela afeta também – e muito – os animais.

Animais domésticos, silvestres e até os marinhos sentem os danos causados pelos níveis excessivos de ruído. Eles ficam estressados e seus instintos são prejudicados, logo, mudam de comportamento e tentam se adaptar a um ambiente que não é natural para a sua audição.

No caso de gatos, cachorros e outros animais que vivem dentro de casa, mudanças de temperamento, falta de ânimo, exaustão, irritabilidade e problemas auditivos são os principais aspectos que são identificados por viver em um local barulhento.

Já os animais silvestres e marinhos, também sofrem as consequências em atividades de sobrevivência, como a caça, a comunicação e a reprodução.

Ou seja, o assunto é seríssimo. O desequilíbrio sonoro que está ocorrendo na fauna do Brasil e do mundo precisa ser uma pauta mais conhecida e cada cidadão precisa se comprometer a melhorar este cenário.

As fábricas, empresas, igrejas e comércios ruidosos devem estar regularizados de acordo com as normas da legislação brasileira, não somente com o objetivo de não tomar multas, mas também de preservar os animais que podem sofrer com o impacto sonoro.

Compartilhar conhecimento também é uma ótima maneira de contribuir com uma causa! Por isso, não deixe de utilizar a comunicação como ferramenta de conscientização. Vamos juntos mudar esta situação.

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